terça-feira, 4 de setembro de 2018

Galo da Madrugada faz homenagem à mulher no desfile 2019

Sete meses antes do período carnavalesco, o Clube de Mascaras “O Galo da Madrugada” já escolheu o tema-enredo do seu desfile em 2019.
A agremiação desfilará em homenagem à mulher, que sempre contribuiu para o sucesso dos seus 40 anos de existência.  “Frevo Mulher” é uma conhecida musica de autoria de Zé Ramalho, que certamente será bastante executada durante o magnífico desfile do Galo no próximo ano. As mais conhecidas mulheres cantoras pernambucanas vão ser convocadas também para abrilhantar o maior bloco de rua do mundo.

Mulheres que fizeram história ao longo dos 40 anos do Galo da Madrugada:
Família – Ana Nery Freire de Meneses
Albertina Alves Freire
Badia
Carla Asfora de Menezes
Danielle Menezes
Elizabeth Guerra de Menezes
Maria do Carmo Travassos Freire (Dona Carminha)

Produção – Cristina Ana Lopes   
Gilberta Queiroz
Jeanny
Juju
Kalinka Serafim
Léa Lucas
Leda Alves
Lelê
Luciana Azevedo
Luciana Felix
Maria de Lourdes da Silva
Mônica
Regina Alves
Tatyana Verissimo
Tereza Accioly
Yane Claudino
Artistas
 Adriana B
Carla Rio
Cristina Amaral
Cinthia Barros (Banda Luará)
Deyse Trajano (Asas da América)
Edilza Ayres
Elba Ramalho 
Fabiana Pimentinha do Nordeste
Fafá de Belém
Gaby Amarantos
Gerlane Lops
Genilda Alexandre da Silva (Maracatu Leão Formoso)
Irah Caldeira
Joelma
Karina Spinelli
Késia (Maestrina Bloco das Ilusões)
Lia de Itamaracá
Lia Sofia 
Lucy Alves
Luiza Possi
Maria Gadu
Márcia Barros
Michelle Melo
Nádia Maia
Nena Queiroga
Orquestra 100% Mulher
Priscila Senna
Roberta Sá
Conceição (Orquestra Som Brasil)
Tânia de Lima Costa (Presidente da Tribo Indígena Tapirapé)
Vanessa da Mata
Vanessa Oliveira (Spok)
Walquiria Mendes
Galo da Madrugada - O primeiro desfile do Clube de Máscaras O Galo da Madrugada, em 1978, contou com a participação de 75 foliões fantasiados de “almas”. A brincadeira era feita com muito confete e serpentina ao som de uma orquestra composta por 22 músicos. O detalhe é que as pessoas usavam fantasias com máscaras (capuz), vestidas de “almas”. Daí o nome de “Clube das Máscaras”. Essas fantasias desfilam até hoje. Não demorou muito para o Galo despertar a atenção de foliões. No ano seguinte, a quantidade de participantes já era cinco vezes maior. Também em 1979, o bloco ganhou o estandarte e o hino oficial, criados, respectivamente, pelo fundador Mauro Freire e pelo compositor José Mário Chaves. A cada ano que passava mais pessoas se juntavam a essa ideia de vivenciar um carnaval livre e democrático. As ruas estreitas e os becos do bairro de São José ficavam cada vez menores à medida que o resgate da tradição popular se consolidava. Passados 40 anos, o bloco continua emocionando e lembrando aos dois milhões de foliões e ao mundo inteiro que o carnaval começa no Galo da Madrugada. Nesse período, o Galo realizou, durante 15 anos (1980 / 1994), no Clube Português do Recife o BAILE DOS ESTANDARTES, que atraia milhares de pessoas. Também, realizou durante 10 anos (1981/1990) o desfile de Fantasias de Papel na Avenida Boa Viagem.

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