quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Me Segura Senão Eu Caio desfila pelas ruas do bairro da Torre

Um bloco que completa uma década de rua e já surgiu brincando com a situação vivida pelos próprios fundadores, como o nome sugere. “Brincamos com o que a pessoa com deficiência passa diariamente. Muitas vezes precisamos de apoio para nos locomover, para não cair e sempre precisamos de apoio para que a luta pela inclusão não pare”, explica Antônio Ferreira, membro fundador do bloco, deficiente visual e atual secretário nacional de promoção dos direitos das pessoas com deficiência.
Ele relata orgulhoso a “consolidação” do bloco no carnaval do estado. “Já entrou para o calendário oficial. Está programado que toda quarta-feira anterior ao carnaval, estamos na rua mostrando que fazemos parte da sociedade”. Como conta um trecho da letra do hino do Me Segura Senão Eu Caio, eles vêm para “mostrar que nesse bloco tudo é diferente”, mas que, mesmo lidando com tamanhas diferenças, há um esforço para que cada um se adeque à sociedade – cabe a ela também se voltar a promover tal inclusão. “Precisamos de mais apoio do poder público e de empresas para que esse bloco não seja algo isolado”.





















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